Entenda a importância da diversificação de investimentos!

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Se você quer realmente aprender como começar a investir do jeito certo, deve, desde já, saber por que a diversificação de investimentos é tão importante. Existem diferentes maneiras de fazer seu dinheiro, resultado do seu esforço e de dedicação, render de um modo consistente ao longo do tempo. Algumas, é claro, são muito mais eficientes do que outras. Todas, entretanto, compartilham a relevância de variar a alocação dos recursos financeiros.

No entanto, na prática, o que seria diversificar os investimentos? Devido ao excesso de informação da nossa época, infelizmente, a ideia por trás do conceito vem sendo distorcida e confundida. Por essa razão, nós decidimos explicar o que, de fato, é a diversificação de investimentos e como você pode praticar da maneira correta.

Pronto para dar o primeiro passo rumo a um futuro financeiro estável e altamente rentável? Continue a leitura deste texto que preparamos especialmente para você!

O que significa diversificar investimentos e como se diferencia da pulverização?

Em primeiríssimo lugar, é urgente diferenciar da forma mais inequívoca possível qual é a grande diferença entre pulverizar e diversificar sua carteira de investimentos. O engano é mais comum do que se imagina e, talvez, você até estranhe a existência de uma separação entre os termos.

No entanto, fique tranquilo, pois a explicação é simples. Imagine que você, como qualquer outro investidor, tem uma determinada quantia disponível para a realização de investimentos. Ciente de que “jamais deve colocar todos os ovos na mesma cesta” (frase cunhada pelo economista Harry Markowitz), você começa a se informar a respeito dos diversos ativos do mercado.

A princípio, o raciocínio está certo, mas é preciso ter cuidado para evitar a adesão a uma estratégia equivocada. Isso porque a maioria das pessoas acredita que o simples ato de distribuir os recursos entre diferentes ativos é o bastante para diversificar a carteira. Nesse processo, falta um detalhe indispensável: conhecer a distinção entre investimentos correlacionados e descorrelacionados entre si.

Tal correlação se refere aos tipos de comportamento de ativo disponível no mercado. Para diversificar, em vez de pulverizar seus investimentos, você precisa alocar recursos em ativos que evoluam de maneira diferenciada. Em outras palavras, as rotas seguidas pelos ativos da sua carteira precisam ter características únicas.

Ao serem verdadeiramente diversificados, isso significa que os ativos que compõem sua carteira serão afetados pelas variáveis do mercado de modo particular. Quanto maior o grau de correlação entre os investimentos, maior a probabilidade de surgirem sérios problemas no futuro. O inverso também se aplica: quanto mais eles forem descorrelacionados entre si, maior será o nível de tranquilidade do investidor.

Exemplo de correlação

Vamos a um exemplo que ilustra bem o funcionamento de tudo isso que comentamos. O desenvolvimento do nosso Ibovespa apresenta uma forte correlação com Dow Jones, o índice da famosa Bolsa de Valores de Nova York. Logo, quando o índice Dow Jones cai ou sobe, o mesmo tende a acontecer com o Ibovespa.

Você pode comprovar isso facilmente ao observar os gráficos de evolução de ambos os índices ao longo do tempo. Repare que nós nos referimos a uma tendência de correlação, a qual é muito alta. Tendência porque, em alguns momentos, ela pode desaparecer. Nesses casos, cada índice se encaminha para uma ponta distinta — enquanto um se valoriza, o outro se desvaloriza.

De qualquer forma, a correlação está presente na maior parte do tempo — os desvios de rota são motivados por circunstâncias específicas ou atípicas. Os feriados nacionais dos Estados Unidos, por exemplo, afetam diretamente o volume financeiro da Bolsa brasileira. A consequência é a diminuição da volatilidade habitual, o que tende a interferir na negociação dos papéis.

Agora, imagine uma situação semelhante na sua carteira de investimentos. Se houver uma acentuada correlação entre a maior parte dos ativos dela, fatalmente eles serão impactados positiva ou negativamente em conjunto. Isso eleva consideravelmente o risco do investimento total, ao ponto de você acumular prejuízos em série de uma hora para outra.

O ideal é que haja certo equilíbrio de correlação entre as aplicações financeiras, o que colabora para a variação dos resultados conquistados. Dessa forma, você se protege contra quaisquer eventuais turbulências que o mercado financeiro venha a sofrer em um médio ou longo prazo. Por mais que determinado grupo de ativos reaja mal ao mercado, outros conservarão o bom desempenho geral da carteira.

Quais os principais motivos para diversificar sua carteira?

Agora que você já sabe o que é uma diversificação de investimentos genuína, falta conhecer as principais razões para adotá-la.

Proteção patrimonial

Como já adiantamos rapidamente acima, a diversificação dos seus investimentos é fundamental para evitar perdas. Com isso, basicamente, você amplia a margem de proteção do seu patrimônio. Afinal, nunca é demais lembrar que o mercado financeiro passa, regularmente, por momentos de grande turbulência.

Definitivamente, diversificar a carteira é a melhor medida que você pode tomar para se tornar um investidor mais tranquilo. Em vez de vivenciar constantes momentos de apreensão e incerteza a cada cenário econômico atípico, você saberá que tem uma carteira bem balanceada. A fórmula é simples, mas incrivelmente eficaz — mesmo em fases aparentemente desfavoráveis.

Ampliação de rentabilidade

Ao mesmo tempo em que protege seus investimentos, a diversificação da carteira também propicia a melhora significativa da rentabilidade. Tome como um exemplo um fundo de investimentos. Uma vez que a gestão seja realizada por uma equipe experiente e altamente competente, o sucesso financeiro é questão de tempo.

Ao lado das melhores ferramentas do mercado, existem profissionais de destaque que impulsionam o desempenho das carteiras dos clientes contínua e progressivamente. Isso é possível por meio do chamado rebalanceamento de carteiras. O procedimento é imprescindível para que a composição dos ativos seja renovada ao longo dos anos.

Com isso, você mantém a diversificação da carteira em sintonia com o mercado, independentemente das condições do período. Consequentemente, é possível comemorar o aumento da rentabilidade, mesmo diante de uma conjuntura econômica ruim.

Observe também que a relação entre rentabilidade e liquidez, nosso próximo destaque, é estreita. De modo geral, os ativos que rendem mais exigem longos intervalos para que a valorização estimada (ou prometida) se concretize.

Aumento da liquidez

Outro ponto a ser mencionado é o ganho que você obtém com relação à liquidez de investimento. Por sinal, ela é um fator que passa despercebido ou que não recebe a devida atenção de alguns investidores. Não basta que sua carteira esteja bem diversificada apenas com o intuito de proteger o patrimônio e maximizar os ganhos.

Dito isso, saiba que uma carteira bem diversificada também é aquela constituída de ativos com níveis de liquidez distintos. Por mais que façamos projeções detalhadas quanto ao futuro, não sabemos exatamente o que vai acontecer. Isso nos relembra a necessidade de ter investimentos que possam, sim, ser resgatados da noite para o dia, se necessário.

Em uma carteira mal diversificada, o investidor fica propenso a soluções financeiras desvantajosas, como as tradicionais solicitações de empréstimos. Com uma aplicação inteligente dos seus recursos financeiros, o transtorno pode ser facilmente evitado.

Portanto, a diversificação dos investimentos também está intimamente relacionada à variação da liquidez oferecida pelos ativos. Para isso, basta que você tenha aplicações que possam ser sacadas imediatamente sem grandes descontos dos rendimentos acumulados. Naturalmente, sua carteira também terá ativos que rendem mais após muitos meses ou anos. Então, uma boa liquidez geral da carteira exige certa dose de equilíbrio.

O que são riscos diversificáveis e não diversificáveis?

Aqui, cabe lembrar que a definição de risco oscila tanto quanto os próprios números em um dia de alta volatilidade do mercado financeiro. Isso se deve à seguinte constatação: todo investimento contém um risco inerente a ele mesmo, mas que pode mudar de um investidor para outro.

Simplificadamente, é necessário reconhecer que existem estratégias de investimentos extremamente arriscadas para alguns e tranquilas para outros. Não é à toa que há diferentes perfis de investidores, os quais se modificam no decorrer da trajetória desenvolvida por cada pessoa. Geralmente, o início é marcado pelo excesso de cautela. Após certo período, você começa a buscar os meios necessários para deixar de ser um investidor conservador.

Ao chegar a esse ponto da sua jornada de investidor, você descobre que, por mais que o risco seja inevitável, ele está sujeito a mecanismos de controle. Para ser bem-sucedido nessa tarefa, é preciso ficar atento às modalidades de risco. De modo resumido, existem os diversificáveis e os não diversificáveis.

As nomenclaturas estão vinculadas à capacidade de mensuração das ameaças atreladas a cada tipo de risco. Os riscos diversificáveis podem compreender o nicho de atuação de uma organização ou o modo como o país é visto lá fora. Já os não diversificáveis se referem a eventos específicos que provocam abalos na estrutura das empresas. Eis alguns ótimos exemplos:

  • eventuais crises econômicas;
  • aumento da inflação e consequente diminuição do poder de compra do público consumidor;
  • guerras — físicas ou comerciais;
  • instabilidade política;
  • alterações da taxa básica de juros.

Você deve se concentrar nos aspectos que possam ser gerenciados. É assim que se investe com foco na preservação de capital. Tenha sempre em mente que a consistência e a maximização dos seus investimentos dependem do modo como é feita a diversificação do seu portfólio.

assine a nossa newsletterComo funciona a diversificação de investimentos na prática?

Você já sabe que a adição aleatória de ativos na sua carteira causa um efeito adverso daquele proporcionado por uma diversificação profissional. O ponto central do processo depende de um planejamento estratégico confiável, ou seja, que tenha sido testado e aprovado. Além disso, espera-se que ele esteja atrelado ao planejamento financeiro individual do investidor.

Saiba igualmente que existem as mais variadas possibilidades de combinação de ativos. O importante é que você se atenha aos aspectos levantados no decurso deste artigo. Soma-se a isso a criação de um portfólio que contenha ativos tanto do mercado de renda fixa quanto do mercado de renda variável. Outro fator relevante é a presença de, ao menos, um ativo respaldado pelo Fundo Garantidor de Créditos.

Resumidamente, nós temos:

  • curto prazo — ativos com liquidez diária, como os títulos de CDB ou Tesouro Selic, ou de 90 dias, como os títulos de LCI e LCA, que correspondem às Letras de Crédito Imobiliário e às Letras de Crédito Agrícola, respectivamente;
  • médio prazo — fundos de investimento específicos, como os imobiliários;
  • longo prazo — fundos de ações e de multimercado.

Mesmo que, por enquanto, você seja um investidor conservador, uma carteira bem diversificada terá elementos com uma taxa de risco ligeiramente acima da média. A diferença está na proporção, já que um portfólio conservador reserva a maior parte do espaço para receber ativos de renda fixa.

Exemplo de diversificação

Como você poderia aplicar seu dinheiro de uma maneira segura e rentável? Inicialmente, seria interessante aplicar parte em um ativo de liquidez diária. Essa parcela corresponde à aplicação menos rentável, porém mais segura da sua carteira.

Ainda com a intenção de se proteger, mas já almejando uma rentabilidade maior, você poderia destinar outra parte a títulos do Tesouro IPCA. Com isso, você garante rendimentos superiores à inflação sob uma margem de risco extremamente baixa.

O restante do capital poderia ser alocado em um fundo multimercado. Como o próprio nome sugere, esse tipo de fundo é caracterizado pela variedade de ativos. O ideal é encontrar uma alternativa ligada ao seu perfil de investidor. Também é necessário que o fundo seja administrado por gestores que saibam exatamente o que fazer em cada circunstância da economia nacional e mundial.

Vale salientar a existência de um fundo multimercado que facilita consideravelmente o processo: os fundos quantitativos. Neles, você tem à disposição o uso de milhares de algoritmos, desenvolvidos para projetar os mais variados cenários rapidamente.

Com uma abordagem científica e, portanto, minuciosa, esse tipo de fundo diminui significativamente a taxa de risco e maximiza a rentabilidade. O motivo de tanto sucesso é a precisão matemática dos cálculos, responsável por proporcionar resultados consistentes e parametrizados em benchmarks financeiros.

Por todas essas características, não há dúvida quanto à contribuição dos fundos quantitativos para o aperfeiçoamento da diversificação dos seus investimentos.

Quais os principais passos para uma carteira diversificada?

Chegou o momento de saber o que você deve fazer para diversificar sua carteira da maneira adequada. Para tanto, é essencial seguir alguns passos, os quais exibimos a seguir.

Defina os objetivos do investimento

Por que você deseja investir? A pergunta é simples, mas muita gente não sabe como respondê-la. Todo investimento precisa de um propósito nítido. Portanto, reserve um tempo para traçar metas e objetivos, estipulando prazos para alcançá-los.

O objetivo principal não precisa ser um bem material, como uma casa ou um carro. Nos últimos tempos, a preocupação com o planejamento da aposentadoria se transformou em prioridade para muitas pessoas. No fim das contas, todos nós devemos nos preparar para viver a terceira fase de nossas vidas da maneira mais confortável possível.

A boa notícia é que, com um portfólio de investimentos diversificado, a construção desse projeto de vida ficou facilitada. Isso não significa que a rentabilidade será conquistada somente com a chegada da aposentadoria. Para que seu capital se expanda em um bom ritmo, sua carteira deve estar diversificada e balanceada.

Descubra qual é seu perfil de investidor

A diversificação só surtirá o efeito desejado se você descobrir qual é seu perfil de investidor. Feito isso, tome ações que sejam totalmente coerentes com ele, em vez de ignorá-lo. A paciência, associada a movimentos precisos e coesos, é o que colocará você na escalada da independência financeira.

Todo mundo gostaria de ir logo para as alternativas mais rentáveis do mercado. Contudo, se seu perfil ainda é incompatível com as oscilações da Bolsa de Valores, esse salto é plenamente desaconselhável. Logo, a diversificação do seu portfólio terá uma porcentagem mínima alocada em ativos de alto risco.

Respeite seu próprio tempo e saiba esperar pelo momento ideal de mudar a configuração da carteira. Caso insista em seguir um plano de investimentos inadequado ao seu perfil, a probabilidade de prejuízos é considerável. Nem é preciso ir muito longe para chegar a tal conclusão.

O próprio título IPCA exibe oscilações ao longo do período de sua validade, o que é perfeitamente normal. Ocorre que muita gente olha aquela desvalorização temporária, fica com medo de perder dinheiro e, consequentemente, solicita o resgate antes da hora.

O resultado é esse mesmo que você está imaginando. Agora, pense no tamanho das perdas se o mesmo comportamento precipitado fosse adotado nas aplicações feitas na Bolsa. E o que dizer sobre os investidores que realizam alavancagem financeira?

Entenda as diferentes funções dos ativos da sua carteira

Antes de diversificar, é preciso aprender a selecionar os ativos da carteira com base em suas funções específicas. Normalmente, quem é leigo no tema “investimentos” tende a acreditar que a reserva de emergência estaria restrita aos investidores iniciantes. Isso porque, na maior parte de vídeos e textos sobre o assunto, a criação desse fundo de urgência é abordada com frequência.

De fato, essa reserva é indispensável, o que justifica a ênfase no tópico. Na verdade, entretanto, todo investidor que se preze tem esse fundo emergencial. A ideia de que o investidor arrojado é aquele que deposita tudo o que tem no mercado de ações não poderia estar mais errada. Em alguns casos, o total aplicado em renda variável chega a 90%, mas dificilmente alcança 100%.

O equívoco provém basicamente de dois fatores: a desinformação e a pressa da ampla maioria das pessoas em enriquecer. Logo no início, você deve entender que uma parte do seu dinheiro sempre permanecerá alocada em ativos que cumprem o único propósito de gerar e elevar a reserva de emergência.

Com aplicações regulares, a ideia é fazer com que ela cresça gradativamente. Você pode, inclusive, investir o décimo terceiro salário para inaugurá-la. Independentemente do valor da sua reserva, saiba que ela não exerce o papel de multiplicar sua renda. Para isso, você deve voltar seus olhos às demais opções do mercado.

Aprenda a tomar decisões baseadas em critérios sólidos

O mercado financeiro é movido a milhões de decisões diárias, muitas delas realizadas em questão de poucos minutos ou segundos. Você já parou para se perguntar como elas acontecem? Mesmo que não haja qualquer pretensão de se tornar especialista no assunto, é recomendável estudar minimamente o mercado. Nesse sentido, aproveite para ler livros sobre investimentos que abordem o conteúdo de uma forma amigável.

Investir em uma empresa, por exemplo, é mais complicado do que parece. A fim de colher bons frutos no futuro e se distanciar de surpresas, a resolução deve ser pautada em determinados pontos. A análise de fluxo de caixa, o baixo endividamento e as expectativas de crescimento são alguns dos fatores mais usados.

Ter uma base de conhecimento bem fundamentada no que tange aos fatores que regem seus investimentos é vital para avaliar a evolução da sua carteira. Dessa forma, você conseguirá, inclusive, analisar criteriosamente qual tem sido o retorno obtido com o fundo de investimentos escolhido, por exemplo.

O processo pode ser o bastante para, quem sabe, aderir a um fundo mais rentável e com uma diversificação mais interessante. Depois, tudo o que você precisará fazer é acompanhar os relatórios de desempenho e, dia após dia, certificar-se de que as aplicações estão rendendo o esperado. Afinal, toda a complexidade e a abrangência de avaliação do potencial de valorização dos ativos estarão em boas mãos.

Invista em ativos que proporcionem uma dose extra de segurança

Essa dica é especificamente voltada ao enfrentamento de situações economicamente adversas. Nunca se sabe quando um evento de grandes proporções abalará o mercado. Tampouco conseguimos prever o tempo necessário até a normalização do cenário.

A instabilidade da economia brasileira causa um fenômeno notório: a desvalorização do real perante o dólar. Note que há uma correlação inversa entre as moedas, ou seja, a desvalorização do real é acompanhada da valorização do dólar.

Tão óbvio quanto essa constatação é a importância de se buscar refúgio na fortaleza insuperável da moeda americana. Em suma, vale a pena ter alguns dólares no seu portfólio como uma espécie de segunda reserva emergencial.

A diversificação de investimentos é algo que merece a sua máxima atenção. Agora, você já sabe como diversificar sua carteira e por que isso é essencial para investir de uma maneira muito mais rentável e segura.

Se faltam recursos, aprenda a equilibrar sua saúde financeira pessoal. Depois, basta seguir nossas dicas valiosas tanto para proteger quanto para ampliar seu patrimônio com toda a tranquilidade do mundo!

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